Mania de Sling by Dida

Novidades, dicas e informações interessantes sobre slings e cia.

Alerta: Costura Fraca! agosto 26, 2009

Filed under: Uncategorized — Dida @ 10:49

Junto com um grupo de fabricantes sérios, estamos percebendo que além da questão das argolas inadequadas, existem slings mal feitos no mercado que podem causar riscos de acidentes por causa das costuras. Um exemplo muito sério disso é uma espécie de “costura única” que vem sendo empregada na confecção das peças: a costura que fixa as argolas é uma só, formando um ziguezague ou um “u”, às vezes com uma outra costura reta no meio pra dar um “reforço” (inútil, diga-se de passagem). Não precisa muita imaginação pra prever que se uma ponta dessa costura se soltar, as argolas e o bebê vão ao chão…

As costuras verdadeiramente seguras são várias. Aqui no Casulinho, a gente usa pelo menos três, às vezes aplicando mais um pedaço extra de tecido na aba de nossos slings. Geralmente as nossas costuras são bordadas, o que gasta mais linha e leva muito mais tempo pra ser feito, mas oferece maior resistência. Pra vocês terem uma ideia, quando a gente erra, prefere cortar fora/perder o pedaço, tamanha a dificuldade que é desmanchar o trechinho de costura…. Mais um detalhe: como as costuras são individuais, caso uma rompa ou se desgaste, ainda tem as outras pra segurar o peso do bebê!

O que isso tem a ver com segurança? Se estas costuras soltarem, as argolas soltam e o bebê cai. E não é pra fazer terrorismo, mas um bebê que cai assim de um slingou seja, de uma altura de pelo menos 1,50m, pode sofrer machucados sérios e até morrer, dependendo de sua idade, da forma da queda e do local onde caia. Simples, infelizmente.

Artigo de Mariana Mesquita, Slings Casulinho.

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Mais uma vez as argolas… ATENÇÃO!! agosto 23, 2009

Filed under: Uncategorized — Dida @ 14:32

Gente.. não sei o que ocorre com as pessoas que resolvem fabricar slings.. não sei mesmo. No início, quando via slings com argolas impróprias, eu pensava ser inocência da pessoa, e falta de artigos em português sobre a segurança na confecção de um sling. Hoje, já não penso assim, pois eu e outros fabricantes temos disponibilizado muito material, textos, falando sobre a segurança, principalmente das argolas do Ring Sling.. só não acha quem não tem a mínima preocupação de procurar, sinceramente.

Todos os dias vejo pessoas usando carrregadores com argolas impróprias, desde fivelas de cinto, até argolas de bolsa, argolas de cortina etc.. Assim não dá! Ninguém pensa em um bebê? Ninguém se pergunta o que ocorre se um bebê cai de um sling por conta de argolas que quebram, que rasgam o tecido?? Se as pessoas não se preocupam, vou “mandar a real”:

Um bebê que cai assim de um sling  pode sofrer desde machucadinhos leves até a morte. M-O-R-T-E. Dependendo da idade do bebê e da forma e local em que ele caia.

Você pode pensar que estou fazendo propaganda negativa do sling, mas não, não estou. Eu como fabricante de sling tenho que ter a responsabilidade de vender um produto SEGURO. Não tenho medo de perder clientes, desde que os bebês não estejam correndo riscos.

O que motivou este post, foi mais um sling com argolas impróprias que chegou em minhas mãos. Mas este me causou revolta maior, pois foram comprados numa feira de gestantes aqui no Rio de Janeiro, para uma família onde quase todos são deficientes visuais.  Isso é inaceitável pra mim.. Fotografei pra poderem observar tamanha irresponsabilidade de quem fabrica:

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Argolas Abertas, IMPRÓPRIAS para sling.

Argolas Abertas, IMPRÓPRIAS para sling.

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Reparem na abertura destas argolas.

Além de nitidamente não suportarem o peso necessário para trazer segurança no uso, são abertas, podendo, depois de certo tempo, abrir mais e o tecido passar por elas sem que o usuário perceba.

Além disso, elas têm pontas CORTANTES, que machucam ao passar a mão.

ABSURDO!! ABSURDO!! ABSURDO!!

Mas tem mais foto, pra vocês terem uma melhor noção..

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Close das argolas.

Close das argolas.

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Bem, ao lado direito temos outro detalhe das argolas, e, percebe-se que não existe nem uma tentativa de solda para fechar a abertura. Isso me lembra de outro alerta: NÃO PODE ARGOLAS SOLDADA, ou com outro tipo de emenda! Mesmo que sejam soldas fortes e bem feitas!!! Já tivemos casos (eu conheço 2 casos pessoalmente e outros eu já ouvi relatos) de argolas “seguras” com emendas fortes em que a emenda causou um desgaste no tecido interno formando um buraco, que, se não tivesse sido visto à tempo poderia causar ACIDENTE SÉRIO!

Então, fiquem atentos: não pode argolas abertas, soldadas, ou emendadas. Mas tem mais detalhes que me chamaram atenção, vejam mais adiante.

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Detalhe da costura única.

Detalhe da costura única.

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Fugindo um pouquinho de falar diretamente das argolas, preciso atentar à um detalhe que comecei a ver com frequência: Costura única.

Reparem que a costura que fixa as argolas, é única, reta, direta formando um “U”, com uma outra costura reta no meio pra dar um “reforço”. O que posso dizer é que esta costura não serve de NADA! Não precisa nem ser expert em costura pra perceber que se uma ponta desta costura se solta (o q é comum em qualquer costura), TODO O RESTO se soltará.. e a costura de “reforço” de certo não aguentará o peso de um bebê.

Acreditem, já vi uma costura reta ÚNICA formando um “Z” para fixar as argolas.

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Detalhe da costura, Mania de Sling by Dida.

Detalhe da costura, Mania de Sling by Dida.

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Agora, preciso explicar como devem ser feitas as costuras SEGURAS, que, não precisam necessariamente iguais às minhas.

É imprescindível que sejam pelo menos TRÊS costuras (a foto ao lado possui 4 costuras). Estas costuras NÃO PRECISAM ser bordadas como as minhas, embora um costura bordada ofereça maior resitência, as retas podem ser tão seguras quanto as bordadas, desde que sejam reforçadas em cada extremidade. Vejam, é importante que sejam costura individuais, assim, caso uma se rompa ou desgaste, tem outras 2 ou 3 para reforçar.

O que isso tem a ver com argolas? Se estas costuras soltarem, as argolas soltam e o bebê cai. Simples, infelizmente.

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Agora vou terminar com um resuminho dos detalhes que podem e que não podem, ok?!

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NÃO PODE:

– Argolas, abertas, com emendas, com soldas (mesmo soldas bem acabadas), ocas, de metal banhado, de madeira, de plástico, de PVC, etc..

– Costura única, reta e direta para fixar as argolas.

PODE:

– Argolas de alumínio (próprias), de nylon injetado, de inox… Todas SEM emendas.

– Costuras individuais, bordadas ou retas, tendo pelo menos 3 costuras reforçadas nas bordas.

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Espero que tantos avisos comecem a surtir efeito e os fabricantes comecem a zelar pela segurança de nossos bebês..

 

TOCAR: O SIGNIFICADO DA PELE HUMANA agosto 8, 2009

Filed under: Uncategorized — Dida @ 14:03

Tocar não é coisa só de pele

A pele é o maior órgão do corpo humano e não tem simples envoltório inerte. Tem várias funções orgânicas, assim conhecidas:

1- Como protetora dos tecidos internos contra lesões mecânicas, irradiações e invasão de substancias e microorganismos.
2- Como órgão do tato
3- Como regulador térmico
4- Como regulador metabólico pelo acumulo de gordura e de água e do sal pela transpiração
5- Como produtora de fator anti-raquitismo (vitamina D)
Apesar de todas essas funções na homeostasia, só nas últimas décadas é que se passou a considerar sua importância. Como órgão sensorial é mais importante dos cinco sentidos, uma vez que é capaz de suprir a visão e a audição, como no caso clássico de Hellen Keller. A sensação de dor é outro aspecto do seu papel protetor. É por meio dela que o cérebro recebe informação para manter o tônus sensitivo e motor. A projeção da área táctil e motora da pele na área cortical do cérebro torna a parte constituinte do sistema nervoso central.

As observações de Hammett sobre como o ato de lamber a cria pela mãe proporciona adequada estimulação cutânea ao animal, determinando se ele vai ou não sobreviver: os que não são lambidos morrem de doenças urinarias ou gastrointestinais. Mccance e Otley observaram insuficiência renal fatal em gatos não lambidos pela mãe confirmando a importância da estimulação cutânea na hora do parto e nos primeiros meses de vida.
O sistema imunológico do RN é muito mais competentes nos RN que foram cuidados e e manipulados. Os pesquisadores relatam maior imunidade, menor ganho de peso, mais atividade, menos medo e maior resistência ao estresse.
Blawelt e Siddel observaram que ovelhas e cabras, retiradas da mãe e deixadas com ela poucas horas, não resistem. A estimulação da pele promove a secreção de prolactina, responsável pelo sentimento de confiança e bem-estar do bebê (brooding). Qual o equivalente humano desse “lamber a cria”?
Começa no trabalho de parto, em que as contrações produzem o mesmo efeito de estimular o feto. Continua na primeira mamada de colostro e segue-se no handling, (cuidado) e no holding (segurar) das mamadas sucessivas, pelo componente de ternura materna. As contrações uterinas estimulam o sistema nervoso do feto, imprimindo na pele uma memória. Quando a pele não recebe esse “abraço” das contrações, o sistema nervoso autônomo não é estimulado adequadamente, dando lugar a uma falha de ativação do sistema nervoso sobre os diversos órgãos. O RN humano é totalmente imaturo em seu sistema enzimático e imunológico, requerendo uma gestação “externa” – a exterogestaçao – que leva, em media, outros nove meses – ou seja, até a criança começar a engatinhar.

Mary Shirley, da Harvard Child Study Center in Boston, publicou um estudo sobre prematuros mostrando que eles têm menor acuidade sensorial, menor controle da fala e da coordenação postural e motora. Prematuros nascidos por cesárea sofrem mais intercorrências respiratórias, como a “membrana hialina”, cuja incidência em bebes de cesárea é dez vezes maior que em RN, o que é atribuível à falta da estimulação cutânea das contrações uterinas. As diferenças bioquímicas mais notáveis nos prematuros são: acidose e menores índices de albumina, cálcio, magnésio e glicemia e aumento do potássio sérico. Quando ocorre o trabalho de parto antes da cesárea, não existem diferenças acentuadas.
Quanto à performance geral do bebê prematuro cesareado, na ausência de trabalho de parto, ele apresenta mais problemas quanto à alimentação, maior suscetibilidade a infecções e distúrbios respiratórios, gastrintestinais e do sistema geniturinário. O pesquisador William J. Piper encontrou as seguintes e notáveis características em crianças cesareadas, acompanhadas até aos oito anos de idade: maior incidência de medo à escola, transtornos da personalidade, hiperatividade e distúrbios emocionais. Os benefícios do contato mãe-bebê são recíprocos, a ponto de produzir as contrações no útero pela simples presença do bebê ao lado da mãe.
O ambiente aquático uterino é comparável a um estado de plenitude ou de beatitude absoluta, que é rompido pelo processo do nascimento. A intempestiva saída de tal ambiente produz uma pressão do ar sobre os pulmões e conseqüente rearranjo da posição cardíaca e do diafragma. É nesse momento crucial de adaptação a outro ambiente que as duas vidas simbióticas – da mamãe e do bebê – não podem ser separadas abruptamente. O bebê precisa da mãe nesse momento, tanto quanto ela precisa de seu bebê – e esse vínculo é retomado com a primeira mamada.

O ser humano é a única espécie que rejeita sua condição mamífera, com apoio dos circunstantes, familiares ou profissionais da saúde. A mãe e o bebê necessitam nesse momento do reforço de sua presença mútua, do calor recíproco, da estimulação da pele e da sucção do seio. Os efeitos naturais que a primeira mamada proporcionam:
1- A musculatura uterina contrai os vasos uterinos.
2- O útero começa a reduzir de tamanho.
3- A placenta se destaca e é expulsa mais facilmente.
4- Os benefícios para o organismo do bebê acontecem em cascata, sobre o sistema nervoso, imunológico, enzimático e emocional. Não que o RN não possa sobreviver sem a amamentação, mas esta lhe proporciona um desenvolvimento mais sadio e mais harmônico.

A díade mãe-bebê é destinada ao contato máximo pele-a-pele em ambiente facilitador provido pelo hormônio “ocitocina” – o hormônio da lactação. Filhotes de primatas que são carregados pela mãe e amamentados em livre demanda raramente vomitam ou regurgitam. O significado disso, para os pesquisadores é que o bebê não foi feito para o berço, mas para o seio e os braços maternos. “O seio é o educador da humanidade” – William Painter.

“ Fui uma criança tocado por minha mãe
Um homem em contato com seu seio
Um deus ao calor de sua respiração “
(Rossetti – The House of Life)

Margaret Ribble, autora de “The Rights of Infants”, observou como a “respiração leve e inadequada do RN é estimulada vigorosamente pela sucção e pelo contato com a mãe. As crianças que usam mamadeiras deglutem mais ar ou/e regurgitam mais. O tônus gastrintestinal dos primeiros meses depende do estímulo reflexo do toque materno, que tem uma influência biológica definitiva na regulação da respiração e das funções nutritivas do bebê”.
Para Freud, o contato dos lábios do bebê com o seio é a pedra fundamental da sexualidade. Os sons e barulhinhos que a mãe emite ao bebê durante a amamentação, bem como a manipulação, são identificados prazerosamente pelo bebê. Para Ortega y Gasset, “o toque e o contato determinam nossa percepção e estruturação do mundo”. Segundo o Oxford Dictionary, “o toque é o mais amplo dos sentidos, difuso em toda a pele, mais localizado principalmente nos lábios e pontas dos dedos”. A criança acarinhada e confortada pelos braços da mãe apresentam mais interesse e dormem melhor. O contato íntimo e o balanço da estimulação táctil.

Foi Holt (em 1916) com seu “CATECISMO PARA USO DAS MÃES” quem lançou a idéia de que embalar a criança era um “vício”, um hábito que deveria ser quebrado por ser “prejudicial”. Durante cerca de 50 anos, as mães e pediatras “modernos” deram fim ao berço de balanço e se abstiveram de pegar a criança mesmo se esgoelando de chorar, ou de beija-la e acaricia-la. Estabeleceram-se normas rígidas sobre horários, treinamento de toalete e “preparar a criança para viver em sociedade e se tornarem ‘independentes’”.
Se a criança chorasse à noite ou com fome, deveria esperar para não ficar “manhosa” – e as mães, mesmo com o coração apertado resistiam bravamente a seus “impulsos animais”. E não ousavam enfrentar a palavra autorizada dos pediatras, pois eles “sabem o que fazer”. Esse período é considerado a Idade Média da criação infantil, com mães “modernas” recusando-se ao “sentimentalismo” e entregando a criança ao berço, com medo da opinião de parentes, pediatras e amigos.

A tecnologização da obstetrícia, a separação do bebê logo após o parto, as longas esperas pelas mamadas, o incentivo ao uso da mamadeira e da chupeta em lugar do seio, são as evidencias melancólicas que até hoje ameaçam a criança. Até que Peiper chamou a atenção para o embalo nos braços maternos, “o melhor sedativo”. É preciso embalar bebê sadio no berço e nos braços da mãe ou do carrinho – “quando estiver a ponto de dormir – logo ele se acalma e não precisa ficar chorando” _ “uma criança embalada SABE que não está sozinha” (Peiper, A. Cerebral Function in Infancy and Childhood: NY, 1963).

O bebê devidamente embalado e aconchegado recebe estímulo positivo para seu funcionamento celular e visceral, principalmente cerebral, respiratório e gastrointestinal. O embalo faz com que os líquidos e gases do instestino se movimentem ajustando a digestão, absorção e eliminação. Em 1934, Zahovisky declarou que “bebês acalentados após as mamadas têm menos cólica, menos espasmos intestinais e se tornam mais felizes que os bebês confinados ao berço…” Um dia, diz ele, “acredito que não haverá dúvida quanto a embalar a criança e cantar para ela adormecer”.

Embalar tem efeitos positivos sobre a temperatura do bebê e relaxa o sistema nervoso e melhora o tonus intestinal. Produz uma estimulação suave de todas as áreas da pele, com os conseqüentes benefícios fisiológicos para o bebê. Esses efeitos influenciarão o futuro bem-estar, a sensação de plenitude existencial, a alegria, o senso de ritmo e o interesse em viver, ao contrário das crianças abandonadas a si mesmas, privadas de si mesmas e que só acham consolo no auto-embalo (como os autistas).

A percepção espaço-temporal da pele é mais rápida que a do olho e mais simples. Por que se canta no chuveiro? O estímulo da pele pela água induz mudanças respiratórias que remetam em música. A privação das necessidades tácteis leva ao choro, logo acalmado pelos braços e carinhos materno. O que é um ser humano sadio? Aquele que é apto para amar, trabalhar, brincar e pensar criticamente – é um ser humano sensível, aquele que foi “tocado”.

Quem não foi tocado adequadamente tem mais desorientação espacial, mais síndrome de pânico, mais angústia. Um meio de retomar o contato é buscar mãos amorosas que lhe devolvam as carícias maternas ou seus substitutos, seja nos cabeleireiros, nos consultórios médicos ou massagistas, uma vez que a cultura cerceia e bloqueia as oportunidades de toque, como faz desde que a criança é impedida de receber embalo e cuidados maternos.

Resumo do livro de Ashley Montagu: “Touching – The human Significance of Skin” – TOCAR: existe ed.b

Fonte: Pediatria Radical