Mania de Sling by Dida

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Rosely Sayão fala sobre filhos fevereiro 15, 2009

Filed under: Uncategorized — Dida @ 12:28

Rosely Sayão fala sobre filhos

“O que você pensa sobre crianças brincarem com armas de brinquedo? Isso incentiva a violência?”, a questão feita à psicóloga Rosely Sayão no “Momento Família” desta terça-feira encerra uma polêmica sobre educação dos filhos. Para a colunista do UOL News, a discussão, complexa, acaba “demonizando armas de brinquedo e vídeo-games”.

“A gente acaba demonizando arma de brinquedo, vídeo-game e não presta atenção em outras coisas que incentivam a violência, como o comportamento dos pais no trânsito, por exemplo. Acho que nossa maior preocupação deve ser com os exemplos que nós damos para eles. Isso pode estimular a violência mais do que dar uma arma de brinquedo”, acredita a psicóloga.

Rosely Sayão comentou também sobre a “interpretação de adultos para o comportamento de crianças”, resposta para algumas dúvidas dos internautas. È o que explica, por exemplo, a preocupação da mãe com o comportamento do filho de 3 anos que diz ter uma “namorada”. “A sexualidade da criança é totalmente diferente da do adulto. Tudo isso é resultado da hiperestimulação sexual que ele está exposto. As crianças sacam logo como os adultos namoram. Essa brincadeira é maneira que a criança tem de expressar o que está no mundo interior dela”, diz a psicóloga.

Também pode ser classificado como uma interpretação adulta a um comportamento infantil, a tia cuja sobrinha de 3 anos “rejeitaria” o pai. “Se a mãe resolve deixar o filho de 2, 3 anos em casa e tirar férias, quando ela voltar não vai ser bem recebida pela filha. Nessa idade, a reação é como se fosse de abandono. Por isso antes dos 5 não é bom ficar muito tempo longe. Ela deve chorar mais para deixar a mãe do que para ir ver o pai”, afirma.

Escola x Família

A psicóloga voltou a abordar o papel que cabe à família e à escola na educação dos filhos em resposta à dúvida dos internautas. Para Rosely, as duas instituições devem ter papéis definidos, assim como pais e professores têm responsabilidades diferentes.

“A vida escolar é essencialmente responsabilidade da escola. Em casa, os pais podem ajudar fora da educação escolar. Por exemplo, convidando para ler um livro. Ensinar a fazer a lição é responsabilidade da escola. Se o aluno não faz a lição, chega na escola e não acontece nada, por que é que ele fará?”, questiona.

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Pense 20 vezes antes de bater! fevereiro 10, 2009

Filed under: Uncategorized — Dida @ 01:48

Pense 20 vezes antes de bater

1. Bater em alguém mais fraco é em si um ato de covardia.

2. A palmada tende a ir perdendo seu efeito a longo prazo e a criança aos poucos teme menos a agressão física. A tendência dos pais é, então, bater mais e mais, buscando os efeitos que haviam conseguido anteriormente.

3. A palmada não resolve os conflitos comuns às relações pais e filhos: muitas das crianças que apanham, mesmo sentindo-se magoadas e amedrontadas, enfrentam os pais dizendo que a “palmada não doeu”, e o que era apenas um tapinha leve no bumbum, acaba virando uma tremenda surra.

4. A palmada, aos poucos, pode afastar severamente pais e filhos, pois a agressão física, ao invés de fazer a criança pensar no que fez, desperta-lhe raiva contra aquele que a agrediu.

5. Os danos emocionais impostos pela agressão física são geralmente mais duradouros e prejudiciais que a dor física.

6. Bater pode ser uma experiência traumática para a criança não apenas pela dor física que impõe, mas principalmente porque coloca em risco a credibilidade depositada por ela nos pais, que é a base para sentir-se amparada e segura.

7. A criança não pode se sentir segura se sua segurança depende de uma pessoa que se descontrola e para com a qual tem ressentimentos.

8. A criança que apanha tende a se ver como alguém que não tem valor.

9. Aos poucos a criança aprende a enganar e descobre várias maneiras de esconder suas atitudes com medo da punição.

10. A criança pode aprender a mostrar remorso para diminuir sua punição, sem no entanto senti-lo realmente.

11. Para a criança a palmada anula a sua conduta: é como se ela tivesse pago por seu erro, e por isso pensa que pode vir a cometê-lo de novo.

12. A palmada não ensina à criança o que ela pode fazer, mas apenas o que não pode fazer, sem que saiba ao menos o motivo. A criança só acredita ter agido realmente errado quando alguém lhe explica o porquê e quando percebe que sua atitude afeta ou abala o outro.

13. O medo da palmada pode impedir a criança de agir errado, mas não faz com que ela tenha vontade de agir certo.

14. A palmada tem um caráter apenas punitivo, e não educativo; ela pode parecer o caminho mais fácil a ser seguido, porque aparentemente tem o efeito desejado pelos pais. É comum a criança inibir o comportamento indesejado por medo, e não pela convicção de que agiu de maneira inadequada.

15. Muitas das crianças que apanham aprendem a adquirir aquilo que querem através da agressão física e, não raras vezes, apresentam na escola condutas agressivas para com os coleguinhas.

16. Uma palmada, para um adulto, pode parecer inofensiva. Porém é importante saber que cada criança atribui um significado diferente ao fato de “levar umas palmadas“, podendo tornar-se uma experiência marcante em sua vida futura. Além disso, independente da intensidade do bater, o ato continua sendo o mesmo: um ato de violência contra um ser desprotegido.

17. Bater é uma forma de perpetuação da “cultura da violência” tão presente nas relações entre as pessoas nos dias atuais, pois ensina às crianças que os conflitos se resolvem por meio de agressão física.

18. Bater nos filhos muitas vezes acaba por gerar nos pais fortes sentimentos de culpa, o que os leva a procurar compensar sua atitude posteriormente “afrouxando” aquilo que procuravam corrigir.

19. Bater é um atestado de fracasso que os pais passam a si próprios (Zagury, 1985) porque demonstram para a criança que perderam o controle da situação.

20. O sentido da justiça está em fazer aos outros aquilo que gostaríamos que nos fizessem. Quando nós adultos agimos de maneira inadequada, não esperamos punição. Esperamos sim que as pessoas nos compreendam e nos ajudem a agir de maneira certa.

Como você pode ter percebido existem muitas razões para não se bater numa criança. Agora imagine: se umas simples palmadas podem trazer conseqüências tão danosas, o que dizer daquelas surras que acabam virando uma verdadeira pancadaria?

Alguns autores citam como conseqüência da violência física contra criança e adolescente:

Auto-estima negativa
Comportamento agressivo
Dificuldades de relacionamento
Dificuldades em acreditar nos outros
Infelicidade generalizada
Retardamento mental

Em muitos países é proibido castigar fisicamente crianças e jovens em instituições e colégios, mas até o momento, somente a legislação em seis países (Suécia, Finlândia, Noruega, Áustria, Chipre e Dinamarca) proíbe todo tipo de castigo físico a crianças infringido por seus pais e outras pessoas relacionadas com elas.

http://pcdec.sites.uol.com.br/boletim_ciranda/boletim2.htm

 

 

Humanização do Parto fevereiro 4, 2009

Filed under: Uncategorized — Dida @ 10:38

“Para mudar o mundo é preciso, primeiro, mudar a forma de nascer”

(Michel Odent)

 

Matéria exibida pela TV Itararé sobre o projeto de Humanização do Parto e Nascimento desenvolvido no ISEA (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida), em Campina Grande, Paraíba, sob a coordenação da obstetra Melania Amorim. A equipe em mais um dia de domingo.

Mais Humanização com o Projeto ISEA, agora com partos verticais:

 

Recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) ao Parto:

 

Parto Consciente:

 

E mais:

 

Filhos: bater não resolve / Rosely Sayão fevereiro 2, 2009

Filed under: Uncategorized — Dida @ 10:53

Filhos: bater não resolve / Rosely Sayão ( além de ser tremenda covardia )

Diga Não à Palmada!Ao falar de educação dos filhos, a psicóloga comentou as polêmicas palmadas, respondendo a um e-mail escrito para o programa por uma mãe, que dizia o seguinte: “Esta semana bati pela primeira vez na minha filha (dei uns tapas no bumbum), pois ela estava arranhando a empregada, que a estava trocando para ir à escola. Ela já arranhou a empregada outras vezes e eu havia, enfim, avisado que, se ela arranhasse de novo, eu bateria nela. De fato, cumpri o que prometi.” Para Rosely, “castigo como esse, para filho de 4 anos, é besteira. Você queima a sua autoridade. E não é um ato educativo.” A psicóloga explicou que a criança usa os recursos que tem para tentar fazer valer sua vontade. Nesse caso, são os recursos mais rudimentares do ser humano, como morder, arranhar, empurrar. “Bater é devolver na mesma moeda, se infantilizar. É dizer que seu único recurso é esse também. Perde-se autoridade, pois a criança pensa que está tratando com um igual”, afirmou. “E não funciona porque a criança de menos de 6 anos não faz a relação causa-efeito. Ela fica triste, sofre com a palmada, mas no dia seguinte esquece e vai fazer de novo.” A melhor solução Para evitar esse tipo de comportamento, a recomendação de Rosely é conter a criança. “Você deve impedir que faça. Sem violência, segurando a mão dela, por exemplo.” Quando vem a manha, brincar pode ser a melhor estratégia para convencer a criança a fazer as atividades cotidianas às quais ela resiste no momento. “Em geral a criança não quer parar de fazer aquilo que está fazendo. A gente quer resolver isso na marra, mas é mais fácil se for de um jeito mais lúdico.”

Pediatria Radical

Diga Não à Palmada!